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COM DOR TORÁCICA NÃO SE BRINCA

COM DOR TORÁCICA NÃO SE BRINCA

Com dor torácica não se brinca. Sentiu uma dor no peito? A melhor coisa a fazer é procurar um cardiologista imediatamente. Dor torácica corresponde a 10% dos atendimentos de qualquer serviço de emergência e é um assunto tão sério que o hospitais contam com unidades especializadas em avaliar esse tipo de dor e direcionar o paciente para o melhor tratamento.

“Assim como um piloto de avião faz um checklist de uma série de itens antes da decolagem, nós também seguimos um protocolo para avaliar os sintomas do paciente e decidir, com rapidez e segurança, qual o tratamento indicado para cada caso”, explicam os cardiologistas. 

Segundo eles, são procedimentos baseados em padrões americanos e brasileiros para decidir, com base em exames clínicos e eletrocardiograma, a urgência e o tratamento que o paciente requer. Dependendo da gravidade do quadro, o tratamento pode seguir por diversas rotas, desde encaminhar o paciente diretamente para um cateterismo, para desobstruir uma artéria e colocar um stent, nos casos mais graves; até a liberação do paciente para retornar para casa, quando a causa da dor é definitivamente não-anginosa e ele não corre perigo.

“É muito difícil para um leigo saber qual é a causa e a gravidade da dor que está sentindo, por isso recomendamos que qualquer dor no peito deve ser avaliada por um especialista”, argumentam. Mesmo uma dor suportável pode representar um risco importante, e a demora em buscar socorro pode agravar o quadro do paciente.

A questão do tempo para início do atendimento é tão crucial que registram-se os minutos decorridos entre a chegada de um paciente e o início do cateterismo, porque esse prazo é decisivo para o sucesso do procedimento.

Fonte: Revista Vital.

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